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sábado, 7 de novembro de 2015

VEM AIIIII!!!! I ENCONTRO VIDA SEM LEITE UFF

  NÃO PERCAMMM!!!

Na ultima sexta feira, dia 06/11, a Equipe Vida Sem Leite UFF reuniu - se na Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa para organizar os últimos detalhes do I Encontro Vida Sem Leite UFF.

Próximo dia 09 de Novembro 
Local: Auditório Rosalda Paim
Escola de Enfermagem UFF - Niterói / RJ

ESPERAMOS VOCÊS!!! 

Equipe Vida Sem Leite UFF: Martha Tudrej, Karize Brum (em pé), Maria Lúcia Fernandes (em pé), Caroline Marques e Nathalia Vasconcelos

Equipe Vida Sem Leite UFF: Profª Ana Karine (coordenadora do Projeto Vida Sem Leite UFF), Leticia Batista, Karize Brum, Nathalia Vasconcelos, Maria Lúcia Fernandes, Caroline Marques e Martha Tudrej

Equipe Vida Sem Leite UFF: Profª Ana Karine (coordenadora do Projeto Vida Sem Leite UFF), Nathalia Vasconcelos, Caroline Marques e Martha Tudrej

 Equipe Vida Sem Leite UFF: Leticia Batista e Martha Tudrej

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO!!!













quarta-feira, 3 de junho de 2015

terça-feira, 2 de junho de 2015

ISSO AÍ!!! VIDA!!!

GUILHERME SEGUE DIETA RÍGIDA APÓS DIAGNOSTICAR ALERGIA A ALIMENTOS

Guilherme tem alergia a vários alimentos. Veja como foi o diagnóstico e tratamento das alergias alimentares do pequeno Guilherme que aos 4 anos de idade, cresce feliz e sabe o que pode e não pode comer!!!!


FONTE: Bem Estar. Rede Globo de Televisão

VIDA SEM LEITE UFF E EU POSSO ISSO


PARCEIROS DE UM MESMO OBJETIVO: PROMOVER A VIDA E O CRESCIMENTO DE MANEIRA SAUDÁVEL E SEGURA!!!


Ana Karine Ramos Brum, Professora da Universidade Federal Fluminense e coordenadora dos Projetos VIDA SEM LEITE UFF e QUALISEG UFF, participara do:

1º CONGRESSO DIGITAL DE NUTRIÇÃO E ALERGIAS ALIMENTARES




Fonte: EU POSSO ISSO

sexta-feira, 29 de maio de 2015

ATENÇÃO ALÉRGICOS: OMISSÃO MATA!



No Brasil, UMA EM CADA TRÊS reações de alergia alimentar acontece por erro na leitura de rótulos. As reações podem ser GRAVES, com risco de MORTE em alguns casos.

Esta situação poderia ser evitada com o destaque da presença de alérgenos nos rótulos, inclusive no caso de risco de traços (produto que passou por uma máquina onde foram fabricados outros produtos comalérgenos).

A mudança da rotulagem está em discussão na Anvisa desde o ano passado, mas a norma ainda não foi aprovada.

Enquanto isso, a indústria continua deixando para o consumidor e o profissional de saúde - que não participam da fabricação do produto - a tarefa de avaliar se é uma opção segura.

ATÉ QUANDO?


FONTE: PÕE NO RÓTULO

quarta-feira, 27 de maio de 2015

EU POSSO ISSO: CONTEÚDO DIGITAL DE NUTRIÇÃO

EU POSSO ISSO é uma equipe de pessoas apaixonadas pelo tema da nutrição e alimentação saudável de origem em um núcleo familiar, que aprendeu durante anos com um filho com diversas alergias alimentares graves. A partir dessa longa experiência com restrições alimentares e alergias, decidiram então criar uma iniciativa para divulgar parte de nossa experiência, alem de promover a disseminação de informações que ajudem e auxiliem aqueles que passam por essas restrições alimentares (seja por motivos de saúde – intolerâncias e alergias ou por opções de dietas).


domingo, 24 de maio de 2015

GLOBO REPÓRTER INVESTIGA DOENÇA QUE ATINGE MILHÕES DE BRASILEIROS: A ALERGIA

Destacamos algumas perguntas e respostas relacionadas a Alergia a Proteína do Leite de Vaca!!

Dra. Fátima Emerson é coordenadora da Comissão de Assuntos comunitários da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e imunologia) e do Dr. José Luiz de Magalhães Rios é coordenador da Clínica de Alergia – Policlínica Geral do Rio de Janeiro.

Gostaria de saber a diferença entre alergia e intolerância. É a mesma coisa?

Não, Cristina. Alergia e intolerância não são a mesma coisa.

Alergia é uma reação imunológica contra uma substância à qual o indivíduo é sensível e pode causar reações variadas e graves. Já a intolerância é decorrente de uma dificuldade do organismo de assimilar determinado alimento ou medicamento, acarretando reações. Por exemplo, nos casos de intolerância ao leite, o organismo tem uma incapacidade de digerir a lactose, que é o açúcar do leite. Já na alergia ao leite, há um processo imunológico contra as proteínas do leite.

Os sintomas da intolerância são restritos ao trato digestivo (diarreia, prisão de ventre, dor, etc.), enquanto na alergia os sintomas podem acometer diversos órgãos e sistemas, como: pele, trato digestivo, respiratório, etc. É importante ter a certeza do diagnóstico para poder orientar o tratamento que é bastante diferente em cada caso

Minha filha tem alergia à proteína do leite. Isso passa?

Rosilene, a alergia à proteína do leite de vaca pode diminuir e até desaparecer com a idade. Mas, uma pequena parcela de pacientes permanece com sintomas até a idade adulta. Por isso, é importante que o tratamento seja orientado pelo médico especialista em alergia

Tenho uma bebê de cinco meses e os médicos suspeitam que ela é APLV. No entanto, esse diagnóstico se baseia em observação. Existe algum exame que seja seguro e possa ser feito em bebês? APLV tem cura? Que tipo de tratamento pode ser feito?

Sandra, o diagnóstico da alergia a proteína do leite de vaca é clínico, podendo ser confirmado através de testes cutâneos ou no sangue, através da dosagem da IgE específica para o leite de vaca e para as proteínas.

Existem duas formas principais de APLV. A mais grave, e mais rara, é aquela em que a criança ao ingerir leite ou derivados apresenta crise de urticária (manchas na pele), edema (inchação) e sintomas respiratórios (falta de ar, coriza, etc.). Nessa forma, as reações imunológicas são mediadas pela IgE, que é uma classe de anticorpos típica das reações alérgicas e, por isso, essa reação é chamada IgE- mediada. Essa forma de APLV apresenta testes positivos para o leite e exame de sangue positivo para as proteínas do leite (dosagem da IgE específica para as proteínas do leite).

A outra forma de APLV é a mais comum e se manifesta apenas por problemas digestivos, como cólicas, vômitos e diarréia, às vezes até com sangue nas fezes. Essa forma de reação não é mediada por IgE e por isso nem os testes alérgicos e nem os exames de sangue são positivos. Por isso o diagnóstico de APLV é clínico.

A maior parte das crianças com APLV evolui espontaneamente para a cura entre os 3 e os 5 anos de idade. O tratamento, portanto, é fazer dieta de leite e derivados, para evitar as reações e permitir que o organismo vá desenvolvendo tolerância. Em crianças pequenas, o leite precisa ser substituído por outro, para manter a alimentação do bebê. É um trabalho complexo que deve ser feito pelo médico especialista, com apoio de nutricionista.

Tenho um filho de 4 anos diagnosticado com alergia alimentar a leite e soja. Já fizemos inúmeros exames e testes alérgicos e em nenhum deles deu positivo. Por que isso acontece?

Roberta, existem duas formas principais de alergia alimentar. A mais grave, e mais rara, é aquela em que a criança ao ingerir o alimento ou seus derivados apresenta cirse de urticária (manchas na pele), edema (inchação) e sintomas respiratórios (falta de ar, coriza, etc.). Nessa forma, as reações imunológicas são mediadas pela IgE, que é uma classe de anticorpos típica das reações alérgicas e, por isso, essa reação é chamada IgE- mediada. Essa forma de alergia alimentar apresenta testes positivos para o alimento (no caso, leite ou soja) e exame de sangue também positivo (dosagem da IgE específica para o alimento suspeito).

A outra forma de alergia alimentar é a mais comum e se manifesta apenas por problemas digestivos, como cólicas, vômitos e diarréia, às vezes até com sangue nas fezes. Essa forma de reação não é mediada por IgE e por isso nem os testes alérgicos e nem os exames de sangue são positivos. Essa forma de alergia deve ser a do seu filho. É menos grave e tem mais chance de desaparecer com a idade. A forma de comprovar é por dieta de exclusão do alimento, para ver se melhora dos sintomas, e depois de algumas semanas, a re-exposição ao alimento, para ver se os sintomas voltam. Este procedimento é importante para confirmação, mas só deve ser feito com acompanhamento médico.

FONTE: Globo Repórter - 22/05/2015

segunda-feira, 11 de maio de 2015

INAUGURAMOS NOSSA PÁGINA EM UMA SEMANA MUITO ESPECIAL!!

Fonte: Põe no Rótulo

Semana da conscientização sobre a Alergia Alimentar e a nossa Semana de Enfermagem... Além do Dia das mães! 

MÃES DE ALÉRGICOS PRECISAM DE INFORMAÇÕES E SEGURANÇA ALIMENTAR!!!!

ALERGIA ALIMENTAR E BULLYING

Fonte: Põe No Rótulo

Entre os dias 10 e 16 de maio, entidades internacionais promovem uma semana de conscientização sobre a alergia alimentar.

Um tanto triste e chocante de afirmar, mas muitas crianças com alergia alimentar sofrem preconceito e há vários relatos de bullying ocorridos na escola.

Este vídeo traz uma excelente oportunidade para reflexão e divulgação do tema



Fonte: Youtube

Produção do vídeo: FARE
Tradução: Juliana Costa
Edição de legenda: Raquel Banatti

NOVA FERRAMENTA AJUDA A DIAGNOSTICAR ALERGIA AO LEITE EM BEBÉS


A alergia à proteína do leite de vaca é a mais comum na infância. Por ser difícil de diagnosticar, provoca angústia aos pais e crianças na espera pelo resultado. A Cow's Milk-related Symptom Score Tool (CoMiSS), desenvolvida pela Nestlé, é uma ferramenta que visa ajudar os profissionais da saúde a identificar possíveis casos de alergia. Esta ferramenta pretende reduzir os tempos de diagnóstico desta alergia.

A pouca especificidade dos sintomas leva a que o diagnóstico não seja imediato. Quando não devidamente tratada, a alergia à proteína do leite de vaca pode conduzir a uma redução do crescimento e desenvolvimento da criança.

Neste sentido, a utilização CoMiSS ao nível dos cuidados de saúde primários deverá promover o conhecimento dos sintomas da alergia a proteína do leite de vaca (Cow´s milk proteins allergy - CMPA) acelerando o processo de decisão para a implementação de uma terapêutica adequada. O teste, a ser realizado pelo profissional de saúde, dura entre 5 a 15 minutos. Permite avaliar critérios como o choro, regurgitação, fezes, pele e sintomas respiratórios – sintomas associados a esta alergia - e quantificá-los numa escala de 0 a 33 pontos. Um resultado equivalente a 12 ou maior que 12 indicia risco de alergia à proteína do leite de vaca.

"Não é expectável que os profissionais de cuidados de saúde primários sejam especialistas nesta matéria e ainda mais em condições tão complexas. Esta ferramenta vem assim prestar um apoio precioso na avaliação mais precisa dos principais critérios/sintomas, com base numa métrica que permite atribuir um sistema de pontuação. Fácil e rápido de utilizar, o CoMISS representa um passo em frente na corrida contra o diagnóstico tardio deste tipo de alergias – um processo que pode ser angustiante para as crianças, os pais e até para os próprios profissionais de saúde", explica Vandenplas, presidente do painel de especialistas em gastroenterologia, reunidos pela Nestlé Health Science.

FONTE: Vital Health


domingo, 10 de maio de 2015

MÃE!

Mulher linda, guerreira, batalhadora, conselheira...
Amiga, filha, esposa, profissional, companheira...
Inteligente...
EXEMPLO DE AMOR, LUTA E PERSISTÊNCIA! 

Você é mão segurando outra para dar proteção...
Você é a voz doce das cantigas de ninar...
Faz dormir e sonhar um sonho sereno e tranquilo...
Você sorri, chora...
Nunca permite que a dor e a amargura tomem conta de seu coração!
Abre caminhos... tem intuição...

VOCÊ É FORTE, É BRILHO NO OLHAR!
VOCÊ É LUTA, É PURA FÉ!
VOCÊ INVENTA E REINVENTA...
TRILHA O NOVO... DE NOVO!

Não se contenta... grita, move mundos e fundos, céus e terras!
Delicada e ao mesmo tempo: FORTE!!
PROMOVE, REMOVE, DESENVOLVE!!
VOCÊ SALVA!

A vocês mães queridas e batalhadoras, incansáveis defensoras...
DESEJAMOS FORÇA, BENÇÃOS E LUZ!!!

“POR MAIS LONGO QUE SEJA O CAMINHO, SEMPRE HAVERÁ O HORIZONTE, POIS, O IMPORTANTE NA VIDA... É SER FELIZ”